
Operação Chemical III
Meses após a Operação Chemical II, a região foi isolada por ordem direta do Comando e removida de todas as cartas oficiais de navegação. As três nascentes já estavam comprometidas. O destacamento , enviado para conter o vazamento, perdeu contato às , nas coordenadas . Nenhum corpo foi recuperado. Os sobreviventes retornaram com relatos que a perícia militar classificou como . Os laudos mais recentes descrevem uma condição desconhecida: NSI-H1 — Necrose Sistêmica Induzida, Variante HÉLIX-1. A letalidade estimada chega a % e o número real de infectados foi dos registros públicos. O que ocorre além do perímetro permanece incerto. Sabe-se que o Projeto deixou marcas irreversíveis no terreno, que setores inteiros acusam toxicidade acima de ppm, e que uma anomalia — catalogada apenas como sujeito — continua ativa entre as estruturas. Duas forças retornarão ao local. Uma tentará impedir o avanço da contaminação. A outra pretende extrair o CHEMICAL para . Nesta operação, o inimigo pode não estar apenas à sua frente.
Alpha
Vagas flexíveisBravo
Vagas flexíveisUso obrigatório e contínuo de óculos de proteção com vedação adequada em toda a área de jogo.
Ponta laranja fluorescente ou vermelha vivo afixada e visível em todos os marcadores/armas de airsoft (Portaria nº 56 - COLOG).
Transporte dos equipamentos sempre desmuniciados, em cases/capas fechadas e acompanhados de nota fiscal ou comprovante de origem lícita.
Proibido disparos ou testes fora da área de combate (Safe Zone é área de cano travado, desmuniciado e sem magazine).
Respeito rigoroso à distância mínima de engajamento (MED) e aos limites de cronagem por FPS estabelecidos.
Honra e fair play absoluto: ao ser atingido por uma BB, levantar a mão/pano vermelho (dead rag) e acusar o hit imediatamente.
Idade mínima de 18 anos ou autorização formal por escrito assinada pelos responsáveis legais.
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